Mentes abertas para aprender
Colégio Friburgo investe na neurociência para revolucionar o processo de aprendizagem Como melhorar o processo de aprendizagem e torná-la mais...
Depois de dias caóticos na cidade, o céu de 27 de junho abriu limpo para receber as mais de 3.000 pessoas que consolidam, ano após ano, a nossa festa junina como a maior da Zona Sul de São Paulo. Santo Antônio dá uma força, como sempre, mas é o envolvimento de toda a nossa comunidade participativa e unida que faz a noite ser tão especial.
Este ano, o colégio transformou-se em uma grande tela inspirada em Heitor dos Prazeres. O vermelho, o azul e o verde do mestre da pintura naïf saíram das aulas de arte da professora Nena diretamente para os painéis e para cada detalhe das barracas. Todo esse processo expressa a essência do nosso projeto pedagógico, que busca trazer a riqueza da cultura popular para a prática, transformando a pesquisa em aprendizado real, vivo e visível no repertório dos alunos. Ver o colégio envelopado pela produção dos estudantes é o reflexo de uma pedagogia que valoriza a construção coletiva da identidade e do conhecimento.
Uma festa dessa magnitude se sustenta no trabalho de quem conhece a escola a fundo e repete o cuidado a cada edição. Nos bastidores, a experiência de Amélia, que orquestra o evento há duas décadas, encontra o suporte da equipe de manutenção do Valdir, o apoio logístico da CA, a estratégia do marketing e o olhar atento da direção, da coordenação e de todos os funcionários, que se mobilizam para acolher as famílias. No microfone, Marcos Arilho conduz o ritmo da noite e relembra o compromisso que dá sentido a toda essa energia: a renda de nosso arraial é revertida integralmente para os nossos projetos sociais, unindo celebração e solidariedade.
Na pista, as quadrilhas trouxeram a dedicação de semanas de ensaio conduzidas pelos professores Allan, Esdras e Leandro. Das crianças menores aos jovens, cada turma apresentou sua identidade, integrando a expressão corporal e o folclore ao desenvolvimento de competências culturais. O Terceirão trouxe a mistura de emoções típica do último ano escolar e, como já é tradição nas nossas festas, o protocolo ficou de lado no final: ex-alunos de várias gerações, pais e professores integraram-se à roda. No Friburgo, todo mundo entra para dançar e celebrar junto.
Pelo pátio, a nossa tradicional fogueira, enorme e linda, aquecia quem circulava, enquanto a banda Arroxo Bom garantia o forró no palco. Nas barracas, o ritmo fluía com o entrosamento de todos os anos, sustentado pelo trabalho voluntário de pais e colaboradores que assumiram os balcões de acarajé, empanadas, milho verde, pastel e tantos outros quitutes típicos. Esse mesmo espírito comunitário moveu a barraca de doces e salgados, coordenada pelos voluntários da Educação de Adultos e dos projetos de responsabilidade social.
Os jogos também trouxeram o protagonismo dos alunos, um espaço valioso para exercitar a autonomia que tanto valorizamos: o 3º EM noturno cuidou da argola, o diurno comandou o bingo e o 9º ano ficou responsável pelo boliche, enquanto o touro mecânico e a pescaria completavam a diversão.
A noite terminou ao som de “Luar do Sertão”, encerramento nostálgico que acolhe e sela uma festa que transborda união, cultura e afeto, onde cada detalhe reforça o nosso compromisso com uma educação viva e integrada.
Até o ano que vem!










